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sexta-feira, dezembro 11, 2015

Delaunay


Neste período temporal em que tantos procuram, ao mesmo tempo lembrar e esquecer, os efeitos da subtração da liberdade de andar em segurança pelo Mundo em flor, parece que o destino conferiu à providência dos acasos conjugar arte no verbo da língua “Delaunay”, e borbulhar a indiferença num círculo vazio para fazer nascer uma torre de papel aritemético que muda de cor ao ritmo da humidade atmosférica. 




 
Um Museu, é um sítio para falar claro, e recuperar a obra dos “Delaunay” serve entre outras atitudes para através da simbologia entender as relações entre os artistas, e cada um dos seus Mundos, neste caso a França e Portugal.





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