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domingo, junho 10, 2018

Viaggio a Italia

O Museu, e alguns detalhes,

 
 
 

 
 
 

 
 
 

 

sexta-feira, junho 08, 2018

quarta-feira, junho 06, 2018

segunda-feira, junho 04, 2018

sábado, junho 02, 2018

sábado, abril 07, 2018

Viaggio a Itália

As imagens mais distantes no tempo são tão fortes como importantes, embora com o inevitável envelhecimento.
 
 
 

 
 

 

domingo, maio 18, 2014

Dia 18 de Maio, dia dos Museus


Hoje, no dia dos Museus, é oportuno ganhar consciência que o Museu mais barato e sempre aberto, reaberto e renovado e que podemos visitar todos os dias de forma real e não através do virtual, não o conhecemos como deve ser, pois é a Cidade em que vivemos, o que simplifica as penalidades de consciência sobre as oportunidades que não aproveitámos quando as memórias neurológicas ainda tinham elevado espaço livre, para ganharmos conhecimentos, e partilhá-los para proveito colectivo. 

Revisitando a ideia da existência e a força dos Museus de ar livre que resultaram de distantes ocupações humanas, alguns há que para além do recheio tem “janelas” rasgadas abertas sobre pedaços da melhores partes da natureza, como é o caso dos já abertos núcleos museológicos “de” Alcoutim fronteiros ao Guadiana, e outros que aguardam a possibilidade de se transformar em locais de acolhimento de novos peregrinos. 















De Museus, também por vezes falamos através de imagens, ou ainda de catálogos, de postais e de cartazes, que reproduzem obras, mesmos algumas muito antigas, tornando as exposições mais “modernas”, e estabelecendo relações com pessoas e lugares que desconheceremos no mesmo grau da “nossa” Cidade. Mas, quando vamos ao fim do Mundo, por mais planos atractivos que nos rodeiem, há que rebuscar as plantas da cidade e encontrar os lugares mágicos que nos contam as histórias que só os nossos olhos são capazes de ler, através do trabalho museológico que a cultura coloca em patamares cada vez mais acessíveis.
 
 

Visita a um Museu, no "fim do Mundo", em 1994
 




 
 

quinta-feira, janeiro 10, 2013

A intimidade com as objectivas


Há velhas imagens que mesmo com etiqueta não contam a história, até porque simplesmente aconteceram, e não passaram de cortinas da boca de cena mal fechadas, que num curto intervalo também nem sequer esconderam o coração da Cidade Medieval, e foram o prólogo para saborear um cogumelo com cerca de 25 cm de diâmetro, depois de uma das melhores “refeições” de arte romana de que tenho memória, num Museo assente em parte do enquadramento oval de um anfiteatro do Sec I.
 
 

sábado, setembro 03, 2011

Cultura e Direitos de Autor

Rebobinando alenteverde,


Imagem de moldes de Tierra Sigilata Aretina


sexta-feira, setembro 02, 2011

Cultura e Direitos de Autor

Rebobinando alenteverde,...



domingo, julho 31, 2011

Cultura e Direitos de Autor

Ainda não consegui encontrar uma definição para cultura, que me satisfaça. Por vezes, associa-se cultura a saber, e este é uma marca identitária que evolui à medida que crescemos, e como jamais existirão duas histórias iguais, nem igualdades de oportunidade, Miguel Angelo e Einstein são dois saberes, ou sabores, de um comparável patamar de conhecimento, com tão grande sapiência como uma Mulher de Mértola que toda a sua vida trabalhou num tear e compôs padrões para mantas de qualidade inquestionável. Portanto, se definir Cultura já é por si difícil, mais complicado se tornará espalhar por todos os interiores do nosso País ricos em atrasos estruturais, o balanceamento do seu valôr na utopia de um máximo divisor comum que a torne menos abstracta, ainda por cima num tempo em que a Cultura deixou de ter Ministério, o que instintivamente a atira para último lugar das prioridades colectivas, não por razões de estratégia ou necessidade economicistas, mas sim em consequência da sua conveniente apropriação para o exercício do poder elitista. Pelo meio dos conflitos de interesse que dominam a luta pela redistribuição da riqueza, uns quantos disputam a oferta Turística de mais ou menos Qualidade, sem aceitarem a chamada visão integrada, a qual entende deverem-se distribuir o mais possível ao longo dos territórios com Logotipo, o maior número possível de polos de atracção para a exposição das suas valências culturais. Um território que pelas suas potencialidades se pretenda hoje promover, é porque o seu coração demonstra conservar no seu interior o resultado de todas as aculturações pré-históricas e históricas aportadas pelas civilizações, e quiçá também barbáries, que as ocuparam, e deixando para trás muitos contributos para o seu desenvolvimento, querem agora o retorno da sua criatividade através da sua publicitação, e esta pode fazer-se de muitas formas.
As modernas tecnologias, tão acarinhadas mas que vão destruindo milhões de empregos, colocam ao alcance de uma dedada (click) o acesso ao milagroso termo ligação (link) que pode destapar toda a informação residente na rede (web), maioritáriamente desprotegida. Embora a rede, e consequentemente os seus predadores, ainda não tenham tido tempo de se apropriar de toda a obra Humana secularmente impressa, ainda estão a salvo muitos direitos de autor que importa saber proteger da moderna pirataria semi analfabeta a qual, como desconhece entre outras coisas decisivas a existência da tabuada, também ignora o que é a ética. E entre a salvaguarda desses direitos, está a propriedade intelectual dos artistas da préhistória que se expressaram, em suportes naturais sujeitos a agressões climatéricas, geológicas e humanas, ou em suportes materiais mais duradoros mas mais frágeis ainda, e cuja descêndência Universal nunca conhecerá os benefícios pecuniários colectivos dos direitos da propriedade intelectual.

Quem queira aprofundar o enquadramento das origens da Taça retratada nesta imagem, que é uma réplica de uma criação do Século I ambas produzidas em Itália no mesmo local – Arezzo, está desafiado para uma visita ao Palácio da Ajuda onde reside a Bibioteca do ex Instituto Português de Arqueologia (IPA), e por exemplo ganhar algum tempo de vida com o saber de Francoise Mayet. Arezzo é mesmo um exemplo da Cultura que me toca, um Território, com milénios de história onde se partilham as emoções do recheio do Museu Arqueológico com os Frescos medievais de Frei Angélico nas suas Igrejas e ainda está ansioso por oferecer como recordação uma das notáveis réplicas da melhor palamenta cerâmica usada pelas elites Romanas, e que ali tiveram a sua origem.

Por mim, gostava agora de saber como terão reagido os artífices criadores da cerâmica Aretina, a um primórdio da “Globalização”, o nascimento de importantes centros de produção da Tierra Sigillata na Gália, na Bética e na orla mediterrânea do Norte de África que lhes copiou as ideias e o saber fazer, e com a destruição do monopólio das exportações Aretinas para o restante Império, conduziu à sua falência e ao seu ocaso.