No Dolmen de Menga, a cobertura é composta por várias lajes, a maior pesa cerca de 16 toneladas sustentada apenas nos esteios laterais, e o menir que lhe está subjacente embora pareça não chega a tocar o tecto, tem uma base cónica com essa extremidade a metro e meio do nível de solo actual, julgando os especialistas que esta característica foi decidida para suportar sem danos um eventual tremor de terra que aproximasse a cobertura da sua extremidade superior.
Um espaço de transpiração, comunicação e partilha de sensações na apropriação de planos do Planeta que nos acolhe. Como objectivo principal, o perfeccionismo, para deixar àqueles de quem gosto uma ideia prática da responsabilidade em olharmos à nossa volta e não deixarmos passar despercebidas a luz e as sombras de cada instante. Mas também, dar conta de fragrâncias e sabores que me toquem, dar nota de outros estímulos aos meus sentidos e, dar eco dos criadores do Belo.
E
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quarta-feira, julho 25, 2018
segunda-feira, julho 23, 2018
O Monumento do mês e os seus "segredos"
Dos três Monumentos Arqueológicos mais antigos de Antequera até agora conhecidos, o mais imponente e mais volumoso, Menga, é aquele que não revelou fruição funerária. O seu carácter místico está bem patente na sua relação visual com a Peña de los Enamorados que divisamos tão bem do interior da câmara.
sábado, julho 21, 2018
quinta-feira, julho 19, 2018
terça-feira, julho 17, 2018
domingo, julho 15, 2018
sexta-feira, julho 13, 2018
quarta-feira, julho 11, 2018
segunda-feira, julho 09, 2018
quinta-feira, julho 05, 2018
terça-feira, julho 03, 2018
O Monumento do mês e a intimidade com as objectivas
sábado, junho 30, 2018
O Monumento do mês
A imagem anterior foi registada no interior do Dólmen de Menga por ocasião do mais recente Solstício de Verão.
Embora a orientação do corredor de entrada para este Dólmen, o maior do Mundo, com um dos esteios pesando 16 toneladas, não se relacione com o Sol, mas com a Peña de los Enamorados, uma elevação fronteira com um perfil "humano" o interior do Monumento é parcialmente iluminado logo que os raios solares conseguem superar as elevações circundantes.
Um lugar "mágico" e imperdível.
domingo, maio 27, 2018
quinta-feira, abril 26, 2018
sábado, setembro 30, 2017
A "peça" do mês
A imagem da “peça” arqueológica deste mês transformou-se, pela sua importância, no relato de um acontecimento especial ocorrido num Monumento Megalítico.
Fez-se dia, e da varanda do quarto a imponência do horizonte marcado pelo recorte da cabeça adormecida na Peña de los Enamorados, que se julga ter sido decisiva na implantação do conjunto megalítico de Antequera, e com quem se terão “relacionado” os planificadores do corredor do Dolmen de Menga.
Fez-se dia, e da varanda do quarto a imponência do horizonte marcado pelo recorte da cabeça adormecida na Peña de los Enamorados, que se julga ter sido decisiva na implantação do conjunto megalítico de Antequera, e com quem se terão “relacionado” os planificadores do corredor do Dolmen de Menga.
A celebração do Equinócio Megalítico no interior do Dolmen de Viera ocorreu já o Sol tinha subido bem por cima do Cerro de San Cristobal. Na sua trajectória circular o Sol começou por iluminar os ortóstatos do corredor à esquerda de quem entra e foi invadindo o Dolmen até atingir a Câmara funerária e continuar o seu percurso iluminando os ortóstatos do lado oposto. Os 12 “convidados” encostaram-se em fila, primeiro de um lado e depois no oposto, enquanto um músico “escondido” na Câmara acompanhava os raios solares com instrumentos de precursão e de sopro, revelando a sonoridade excepcional oferecida pelo interior do Monumento.
Para fecho, o Músico Jose Manuel Ariza completou a sua performance junto dos visitantes sentados na entrada do Monumento, e antes de regressar à realidade a Victória Perez ainda me presenteou com um exemplar do MENGA 07, ainda em edição, como agradecimento pelo meu modesto e nele citado contributo em “An overview of chalcolithic copper metalurgy from Southern Portugal”.
Minutos inesquecíveis, onde tenho de intercalar a visita na véspera ao Dolmen del Romeral, talvez o mais impressionante da Conjunto de Antequera pelo processo construtivo das duas Câmaras funerárias contíguas em falsa cúpula, tal como nos “nossos” Monumentos de Alcalar.
Liberdade plena no significado a atribuir à projecção da minha sombra na entrada do Monumento.
Há uma imagem do romper do Sol pelo corredor do Dolmen de Viera, que gostaria de poder ter captado mas já estava dentro do Dolmen nesse momento, e por isso “roubei-a” à publicação no FB pela entidade gestora do Monumento.
Na imagem seguinte, de quando já o Sol havia nascido e quando nos aproximámos do Dolmen, podia-se observar que o cerro mais próximo da colina de implantação do Monumento já se encontrava bem soleado, e por isso o rigor posto na sua construção para que, medindo a cota com rigor, num determinado momento a iluminação do corredor correspondesse aos desígnios da actividade cénica que envolvia o ritual da relação entre a importância o Sol e as populações que viveram nas suas proximidades, e que erigiram aquela importante estrutura pétrea. É admissível a teoria da abertura anual do espaço funerário para que os restos mortais já ali depositados fossem iluminados pelo Astro Rei na ocasião do Equinócio.
Parte do mini-concerto de música ancestral com que terminou o evento está disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=twN5HMk6fXY
https://www.youtube.com/watch?v=a-NKhPdfsYo
https://www.youtube.com/watch?v=iG4-7WnRdaU
quinta-feira, dezembro 08, 2016
sábado, novembro 05, 2016
sexta-feira, novembro 04, 2016
quinta-feira, novembro 03, 2016
quarta-feira, novembro 02, 2016
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