A fúria portageira já chegou à Ria Formosa. Para aceder à Ria é agora indispensável um dispositivo electrónico que abra os horizontes que se estendem por detrás desta porta.
Um espaço de transpiração, comunicação e partilha de sensações na apropriação de planos do Planeta que nos acolhe. Como objectivo principal, o perfeccionismo, para deixar àqueles de quem gosto uma ideia prática da responsabilidade em olharmos à nossa volta e não deixarmos passar despercebidas a luz e as sombras de cada instante. Mas também, dar conta de fragrâncias e sabores que me toquem, dar nota de outros estímulos aos meus sentidos e, dar eco dos criadores do Belo.
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quinta-feira, dezembro 08, 2011
terça-feira, dezembro 06, 2011
A intimidade com as objectivas
Um dos símbolos da “modernidade”, o desperdício dos patrimónios abandonados, repousava no meio da ria amparado pelas suas vegetações então emergentes para absorver a clorofila solar.
segunda-feira, dezembro 05, 2011
domingo, dezembro 04, 2011
A intimidade com as objectivas
O azul do sol do Outono, criou um cenário para os sonhos que transformam estas flores em aguardente.
sábado, dezembro 03, 2011
A intimidade com as objectivas
O sol, se encarregará de fazer com que o Medronheiro Algarvio transforme estas flores em saborosas bagas vermelhas comestíveis.
sexta-feira, dezembro 02, 2011
quinta-feira, dezembro 01, 2011
quarta-feira, novembro 30, 2011
segunda-feira, novembro 28, 2011
domingo, novembro 20, 2011
sábado, novembro 19, 2011
A intimidade com as objectivas
A boia bandeira libertou-se das teias e das redes e, veio até à Ria assinalar o caminho às ostras, que nascem do casamento entre territórios de domínio público, com a exploração privada dos viveiros.
sexta-feira, novembro 18, 2011
A intimidade com as objectivas
A cada segundo que o Sol se esconde num meridiano deste planeta, há inumeráveis olhares que registam a incontornável perdida de mais um dia de vida, imersos em esplendorosos horizontes, todos e cada um deles inigualáveis, no plano imaginário, e na côr ou na sua ausência.
A intimidade com as objectivas
A vida, a cultura, o património e a riqueza de um Povo fazem-se de pequenos “nadas”.
Muito para além da imagem da degradação patrimonial perante o olhar “distante” mas tão próximo do sobrenatural,
ainda é possível encontrar um paradigma da contra corrente, que embora mais volúvel do que um Moinho do Guadiana permanece a salvo dos garfiteiros rascas que inundam o património colectivo com páginas da herança do analfabetismo oficialmente vigente durante grande parte do Século passado.
quinta-feira, novembro 17, 2011
A intimidade com as objectivas
Se para uma experiência estética, tiver de optar entre as paisagens, as sombras e os objectos, decido-me por sobrepor um pouco de tudo; e que mal tem em também me interpor no plano mais linear?
A intimidade com as objectivas
Num promontório onde quase tudo é azul e branco, a sombra não alterou o tom irreal de uma sinalética que os citadinos tanto detestam; não interessa o quê, mas lá que é proibído é!
A intimidade com as objectivas
Desta varanda pública, com Séculos de pegadas de personagens azuis, declamaram-se poesias em todas as línguas, e quem sabe se não terá mesmo sido aqui criada a escrita do nosso Sudoeste, que ainda hoje continua por decifrar, e que tão bem se enquadra nos desenhos que estes horizontes estão despertos para inspirar. A estela epigrafada, cuja imagem se segue, não era deste “castelo”, mas de um outro um pouco mais para poente, lá para os lados da Fuzeta, mas também vizinho da Ria.
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